Catedrais e igrejas tocam sinos em homenagem às vitimas do coronavírus no Brasil

Ao meio-dia deste sábado (15), sinos de diversas igrejas do Brasil foram tocados em homenagem às vítimas do coronavírus no país.

O sino e um objeto sagrado para a Igreja Católica, um instrumento que marca o tempo, que chama para a missa, anuncia a morte, mas também celebra a presença do divino, e é um som que alerta e conforta.

“É um sinal também de solidariedade a igreja se solidariza com a dor e o sofrimento dos familiares dos próprios agentes de saúde que também sofrem quando perdem alguém que está sob seus cuidados e é um sinal de esperança. nós cremos de fato que vencemos a morte e a doença e que tudo isso vai passar”, diz o padre Luiz Eduardo Baronto, da catedral da Sé.

A catedral da Sé, no Centro de São Paulo, também fez uma cerimônia em homenagem aos mais de 100 mil mortos pela Covid-19.

Ao meio-dia, os 61 sinos da igreja foram tocados. Na sequência, uma solista cantou a oração Ave Maria.

A ação faz parte de uma iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que convocou as igrejas do país para um dia de oração pelas vítimas do coronavírus. Atividades ligadas à data por todo o país começaram às seis da manhã e vão até as 21h.

Especialmente na Sé, as homenagens também são em comemoração ao dia de Nossa Senhora da Assunção, padroeira da catedral, comemorado neste sábado.

No Santuário de Aparecida, no interior de São Paulo, a missa da manhã, celebrada pelo arcebispo da cidade, Dom Orlando Brandes, foi um pedido de força e esperança.

“Querido irmão querida irmã a oração do Pai Nosso nos ajuda nesse pacto pela vida e pelo Brasil”.

No Triângulo Mineiro, a Nossa Senhora da Abadia, padroeira de vários munícipios pelo Brasil, foi lembrada pelos fiéis em romaria.

Os sinos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, uma das mais antigas da capital baiana, badalaram ao meio-dia, de frente para a Baía de Todos os Santos. O som de cinco sinos ecoou para lembrar as vidas perdidas pela Covid-19. Na Bahia, são mais de 4,2 mil vítimas.

O sino e um objeto sagrado para a Igreja Católica, um instrumento que marca o tempo, que chama para a missa, anuncia a morte, mas também celebra a presença do divino, e é um som que alerta e conforta.

“É um sinal também de solidariedade a igreja se solidariza com a dor e o sofrimento dos familiares dos próprios agentes de saúde que também sofrem quando perdem alguém que está sob seus cuidados e é um sinal de esperança. nós cremos de fato que vencemos a morte e a doença e que tudo isso vai passar”, diz.

Fonte: G1