Bolsonaro nomeia mais um paraibano para ocupar cargo em Brasília

Tárcio Pessoa ocupou cargos de secretário na gestão do ex-governador Ricardo Coutinho

janeiro 26, 2019
83 Visualizações

Mais um paraibano foi nomeado para fazer parte do governo do presidente Jair Bolsonaro em Brasília. A edição desta sexta-feira (25) do Diário Oficial da União trouxe a publicação de portaria com a designação de Tárcio Handel Pessoa para ocupar a secretaria adjunta da Secretaria Executiva do Ministério do Turismo.

A designação foi feita pelo ministro-chefe da Casa Civil do governo de Bolsonaro.

Tárcio Pessoa ocupou cargos de secretário na gestão do ex-governador Ricardo Coutinho. Ele é formado em Direito, Administração e especialista em Direito Público pela UFPB. Tárcio também tem MBA em Gestão Empresarial pela FGV-SP e atua há mais de 10 anos como gestor de estratégias para sustentabilidade de organizações, na captação de recursos e formação de alianças e parcerias.

Comente esta matéria

Você também pode gostar

Hospital Regional de Guarabira comemora o milésimo parto em 100 dias
Notícias
0 shares19 views
Notícias
0 shares19 views

Hospital Regional de Guarabira comemora o milésimo parto em 100 dias

Jota Alves - abr 19, 2019

A maternidade do HRG é uma referência na região, atendendo 25 cidades do Brejo e agreste paraibano

Mari: prefeito Antônio Gomes distribui 10 toneladas de peixes na Semana Santa
Notícias
0 shares23 views
Notícias
0 shares23 views

Mari: prefeito Antônio Gomes distribui 10 toneladas de peixes na Semana Santa

Jota Alves - abr 19, 2019

O prefeito falou da alegria de estar junto da comunidade, em mais um ano da Semana Santa, e poder oferecer condições para que a população possa participar dos festejos religiosos

Ministro do STF, Alexandre de Moraes recua e revoga censura a sites
Notícias
0 shares16 views
Notícias
0 shares16 views

Ministro do STF, Alexandre de Moraes recua e revoga censura a sites

Jota Alves - abr 19, 2019

Em mensagem divulgada nesta quinta-feira, o ministro Celso de Mello chamou a censura de intolerável e disse que é uma perversão da ética do direito