Solto depois de pagar fiança, Ariosmar se diz inocente e acusa adversários por denúncia

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O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pilões, e ex-presidente da Câmara de Pilões, Ariosmar Cândido, que foi preso em flagrante na sexta-feira (15), da semana passada, portando uma arma de fogo e uma porção de maconha em sua residência, se defendeu das acusações nesta segunda-feira (18), em entrevista concedida à Rádio Constelação FM de Guarabira.

De acordo com o dirigente sindical, a polícia chegou em sua residência a partir de denuncie feita por pessoas quem tem interesse de lhe prejudicar porque ele estaria bem posicionado politicamente, mas não citou nomes de possíveis denunciantes. O repórter Zé Roberto disse durante a entrevista que a autoria da investigação foi do Ministério Público do Estado e posteriormente a Justiça determinou o mandado de busca e apreensão à residência do investigado.

Ariosmar foi encontrado com 200 gramas de maconha, um rifle semiautomático calibre 22 e cerca de oito munições. O delegado Fábio Facciollo, que está à frente do caso, enquadrou o ex-presidente da Câmara de Pilões em posse ilegal de arma e droga. Ele pagou fiança de um salário mínimo, no mesmo dia, e em seguida liberado.

Em entrevista, Ariosmar disse que está cabeça erguida e vai visitar os pilonenses casa por casa apresentando sua versão sobre o episódio. Ele disse que a arma pertence à família para se defender de eventual ataque à residência. Quanto à droga, Cândido admitiu que pertencia a uma pessoa da família que é usuária de maconha.

Filiado ao Partido dos Trabalhadores, Ariosmar disse ter recebido ligações telefônicas do presidente estadual do PT, Charliton Machado, do deputado estadual Anísio Maia e da dirigente do PT, Jucélia Figueiredo, solidários a ele e colocando à disposição.