Fragilidade de obra em Guarabira é ignorada pela Prefeitura e caminhão fica atolado

A cena começa a se tornar rotineira nas avenidas centrais de Guarabira, Agreste paraibano. A fragilidade é uma herança adquirida por um serviço mal executado, desta vez as atenções dos guarabirenses ficaram voltadas para Rua Floriano Peixoto, centro da cidade. Por ali passa a tubulação, por sinal de plástico, da drenagem criada para o escoamento das águas, serviço essencial para cidade.

Porém, um caminhão da coleta de lixo ficou enguiçado, ou seja, atolado nesta sexta-feira (19) na Rua Floriano Peixoto, o calçamento por onde passa a tubulação não suportou o peso do veículo e cedeu, abrindo uma cratera. Uma coisa é certa, os tubos de plásticos implantados naquela área não suporta o peso dos automóveis. Não custa relembrar um caminhão carregado de tijolos que ficou ‘atolado’ na Avenida Dom Pedro II, incrível como é frágil a obra.

Em publicações recentes, o Blog alertou sobre a fragilidade do canteiro central recriado na Rua Cônego João Gomes Maranhão, naquele trecho, a alternativa da gestão municipal foi instalar um estacionamento para motocicletas, o inusitado é que os descansos (pé) das motos afundam no asfalto. A obra neste trecho passa a apresentar um alerta, o local começa a ceder, principalmente em frente à Loja do Magazine Luíza, falhas que são ignoradas pela Prefeitura de Guarabira.

O caminhão da coleta do lixo que ficou atolado, rapidamente foi içado e liberado, foi um trabalho ágil, prática que não ocorre no serviço da drenagem. Essa obra se arrasta há mais de cinco anos, sem prazo para a conclusão, tendo em vista que o slogan da administração é, “Trabalho Faz a Diferença”. Enquanto isso, essas duas ruas (Floriano Peixoto e Cônego João Gomes Maranhão) permanecem apresentando os alertas de afundamento (cedendo).


Fonte: Blog do Galdino