Papa responde pergunta no twitter e diz que Deus deve estar sempre presente

Papa Bento 16 usa um iPad para se comunicar com os fiéis pelo twitter | Foto: EFE

Cidade do Vaticano – O papa Bento XVI respondeu nesta quinta-feira em sua conta no twitter, criada nesta quarta-feira, a uma terceira pergunta feita por usuários da rede social por meio do marcador (hashtag) “#askpontifex”, e disse que as pessoas devem pedir ajuda de Deus “em todas as circunstâncias da vida diária”.

“Algumas sugestões para conseguir orar mais quando estamos tão ocupados com as solicitações de trabalho, da família e da sociedade?”, foi a questão colocada para o papa, que já tem mais de um milhão e duzentos mil seguidores em seus oito perfis, cada um escrito em um idioma. Bento XVI (@pontifex) respondeu: “Oferece tudo o que fazes ao Senhor, pede a sua ajuda em todas as circunstâncias da vida, e lembra-te de que Ele está sempre ao teu lado”.

O papa abriu sua conta no twitter às 9h28 (hora de Brasília) com uma primeira mensagem de saudação: “Queridos amigos, é com alegria que entro em contacto convosco via twitter. Obrigado pela resposta generosa. De coração vos abençoo a todos”. Segundo informou o porta-voz vaticano, Federico Lombardi, neste primeiro dia o papa iria responder a três perguntas.

A primeira pergunta e a resposta foram postadas 40 minutos depois da saudação inicial. “Como podemos viver melhor o Ano da Fé no nosso dia a dia?”, foi a questão feita por um internauta. “Dialoga com Jesus na oração, escuta Jesus que te fala no Evangelho, encontra Jesus que está presente nas pessoas que passam necessidade”, foi a resposta do pontífice.

O presidente do Conselho Pontifício para Comunicações Sociais, Claudio Maria Celli, disse recentemente que as mensagens do papa tratarão sobre a fé e apresentarão frases significativas das audiências públicas das quartas-feiras.

Inicialmente os tweets serão semanais mas com o passar do tempo serão mais frequentes. O papa não escreve as mensagens, e sim seus colaboradores, mas ele as supervisiona antes de dar seu sinal verde para a publicação, explicou hoje o porta-voz vaticano.