Testemunha diz que vítima do soldado Renê pensou que existia câmeras na biblioteca

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Uma testemunha disse nas redes sociais que a vítima do soldado Renê não filmou ou tirou foto no momento que ele se masturbava em sua direção, na biblioteca do UNIPÊ, por medo dele, pois é sabido por todos que ele anda armado.

De acordo com a declaração, a direção da unidade de ensino superior já começou a adotar as providências, teria dado suspensão ao soldado, que é estudante do curso de Direito, e estaria buscando os meios legais para expulsá-lo da instituição.

De acordo com estudantes da UNIPÊ, na última quarta-feira (6), o soldado Renê, que estuda na instituição em João Pessoa, teria sido flagrado dentro da biblioteca se masturbando na direção de uma jovem estudante que estava no local.

Em grupo de WhatsApp, estudantes comentaram e afirmaram que o soldado é também estudante de Direito na UNIPÊ. Algumas estudantes confirmaram a ação.

Outros casos de assédio já foram registrados em Guarabira atribuídos ao mesmo policial. Inclusive, a Polícia Militar instaurou IPM para apurar os casos.

Perguntado sobre mais esse caso de Renê, o subcomandante do IV BPM, major Sinval, esclareceu que o soldado não está mais lotado no quartel de Guarabira e que havia tomado conhecimento apenas pelas redes sociais, mas lamentou que o PM mais uma vez estivesse envolvido nessa situação, assegurando já existir procedimentos contra ele na instituição.

 

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